Mochilão – Peru (Cusco)

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Acordei com um pouco do mal estar, mas desci e tomei café, subi e tomei um dorflex. Lembre-se de levar uma farmacinha no mochilão, é MUITO necessário: remédio para dor de cabeça, para reter intestino ou soltar o intestino, colírio, protetor labial e protetor solar, rinossoro (ou sorine, ou neosoro), pomada (e antialérgico se você for muito alérgico, repelente,…).

O hostel é muito bacana. Na verdade todos os hostels que achamos eram muito bons. Levamos toalhas de microfibras para caso algum lugar não tivesse, e normalmente em hostel não tem. Dito e feito. Prevenidos <3

Marcamos às 10h com o Fábio, nosso taxista/guia e ele estava em ponto lá! Entramos no carro com as malas, já fizemos o check out, e partiu sítios arqueológicos!

Sem táxi não dá para ir. Ainda mais com malas. Muita subida, é bem puxado. Mas, tinha gente à pé. A maioria de táxi. Paramos para comprar o Boleto Turístico. Sem ele não tem como entrar em lugar nenhum. Uma pequena desvantagem, pois queríamos ir em 4 mas no mais barato que tinha 4, tinha 2 que não queríamos, o jeito era ir nesses ou comprar o mais caro, que inclui 8 se não me engano. Compramos o mais barato, 70 soles. O mais caro era 130 soles.

De lá já entramos no primeiro sítio arqueológico, o Saqsaywaman. Lá era um local de rituais e oferendas. Nada além disso. É um campo aberto. Bem grande. Tem alguns andares, portas de pedras, degraus, mas era basicamente para rituais. Além de rituais, ela poderia servir como refúgio, pois é uma fortaleza com 3 grandes muralhas. É impressionante o encaixe das pedras!

E nelas tem alguns desenhos: pata de um puma, serpente, condor.

E ainda hoje, todo dia 24 de Julho eles sacrificam uma lhama lá.

Tem lhamas soltas no local <3 mas, elas não dão muita atenção hahaha.

De lá saímos e fomos para Tambomachay. Lá era um local de banho basicamente, um local dedicado a deusa água. Muitas fontes, dutos e arquedutos. É muito bonito lá.

Quase em frente tem o sítio PukaPukara. É uma extensão do Tambomachay, mas com opção para preparo de alimentos e abrigo.

Todos esses sítios se conversam entre si, e cada um tem sua função, e é caminho ir para cada um deles. É MUITO LEGAL!

Por último passamos em Q’enqo, que quer dizer labirinto, na língua quechua, dos antigos povos de Cusco, e ainda falada por muito. Pelo Fábio por exemplo!

Em Q’enqo o local era para abrigo e descanso. Alguns dizem que servia também para alguns rituais, e também como um observatório astronômico. SIM!

Tudo isso quem nos contou foi o Fábio. Sempre humorado!

Por volta das 14h/15h já estávamos de volta e o Fábio nos deixou no mercadão central. Ele iria nos encontrar de novo às 18h para nos levar para o terminal de ônibus. Nesse meio tempo visitaríamos igrejas, monumentos, praças, que é bem perto e dá para andar.

Cusco é linda. É charmosa, ruazinhas estreias (cuidado com os carros hahaha lembra do trânsito? então), e é acolhedora.

Eu estava passando MUITO mal. Acho que foi a única vez que passei mal na viagem (era a altitude). Tentei ir ao banheiro mas, nada aconteceu (era uma ânsia com uma angustia tudo junto). Um mal estar bem ruim. Todos estavam com fome e além de não ter o que fazer não ia atrasar o passeio de todos. Íamos comer mesmo no mercadão e por lá fomos procurar.

O ambiente é pesado hahahahhaa. Os restaurantezinhos do meio não têm pia. Preferimos os das laterais. O cheiro me embrulhava o estômago mas, tentei ser forte. Pedimos nossos pratos. Cancelamos um, porque são MUITO grandes.

Comi. E melhorei. Descobri que sempre ter algo no estômago era um dos segredos para evitar o soroche que chamam, esse mal estar pela altitude.

Andamos um pouco no mercadão, comprei lhaminhas, vimos briga de dogs (mas logo separaram ufa). Lá tem muuuuuitos cachorros nas ruas. Mas, todos muito bem cuidados, gordinhos e carinhosos 🙂 a maioria das ruas tem uma tijelinha com água e ração. E eles andam com colerinha para mostrar que foram vacinados. Fofos.

De lá fomos visitar: Plaza de Armas, Catedral de Cusco, Arco de Santa Clara, Igreja de São Francisco (e praça), Catedral de São Domingos, Iglesia de San Pedro, Pedro de 12 ângulos.

Finalizamos o dia e fomos encontrar o Fábio.

Estava tendo um rally na praça central, aonde nos encontraríamos hahahhaa mas, deu tudo certo. Achamos ele, ele nos levou para a rodoviária, agradecemos muito ele. Entramos, pegamos nossos tickets que já estavam pagos na TranSalvador, e fomos jantar em uma padaria perto de lá.

Nosso ônibus saiu 21h e foram 15h de viagem até La Paz. Próxima para? Bolívia!

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