Mochilão – Chile (Valparaíso)

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Na manhã seguinte tomamos o café do hostel, que já disse que é sensacional – vem tudo em mini porções, preparam na hora, para cada hóspede, tem estrelitas, iogurte, salada de frutas, café ou chá, pão com ovo ou frios ou manteiga, suco e geléia..fofura!

Saímos para conhecer uma das casas de Pablo Neruda, La Sebastiana, andamos toda a avenida Alemanha, que dá uma vista sensacional de toda a cidade, com muitos miradores direto para o mar.

Nas ruas, muitos desenhos, arte de grafite, cor nas casas, muita alegria. Muitas pessoas correndo e fazendo atividades físicas. Um local bem agradável. A casa fica em um ponto excelente. Na visita, que custa 5.000 pesos chilenos por pessoa, inclui um áudio guia e fala sobre a localização, a reforma, o tempo que passava lá, a decoração e objetos da casa, hábitos dele e da esposa…É sensacional a visita! Linda demais a casa, te leva para o mundo dele mesmo, e muito detalhada.

Terminamos e continuamos andando, e descendo à pé para o centro, a outra parte que não tínhamos andado. Por lá, procuramos um local para comer, ficamos um tempo conversando, porque é essa sensação que a cidade dá: papear e curtir. E depois fomos para a praça principal, a Sotomayor, pegar o segundo tour do dia do Tours 4 Tips! É bem legal! (eles ficam com camisetas do Ache o Wally rs).

O grupo estava maior que de costume, a guia disse, mas foi bem proveitoso. Ficamos no tour espanhol que estava menor do que em inglês. A guia era formada em turismo, tinha morado boa parte da vida na Espanha, mas era conterranea de Valparaiso e finalizava uma pós em história da arte, se não me engano. Todos os guias são assim, muito bem formados, com muita cultura e animação. É excelente os serviço. É ‘de graça’ mas ao final quem quer dá gorjeta. E demos. Vale a pena.

Comeca na Plaza Sotomayor, ela fala da cidade, do local, costumes e meio de transporte, ai vai conosco até o porto, conta da importância e tradição, e explica mais da principal atividade da cidade. De lá vamos para um ponto de ônibus, para pegar um trollebus bem antigo – ela pagou tudo. Paramos perto de uma rua bem movimentada à noite, e que se acha boa opções baratas para comer (acho que é a Calle Serrano). Continuamos até o ascensor reina victoria, e ela conta que é o primeiro e mais antigo, fala da construção, e finalidade e como é conservado e seguro. Subimos nele. Ela paga tudo também.

Chegando no Cerro Alegre, ela fala mais dele e até convida quem quiser escorregar um um escorregador bem bacana que tem lá e é tradição das crianças rs. Uma rua divide o Cerro Alegre do Concepción, e passamos por ela. Para na igreja presbiteriana e conta a história dela e de outra (batista acho) que tem no cerro, e complementa que quando a igreja católica se deu conta que tinha 2 igrejas protestantes em Valparaíso, fez uma mega igreja com 2 cruz, ela nos mostra também. Dá para ver o topo, e a famosa escadaria do ‘we are not hippies, we are happies”.

Continuamos andando até uma igreja que a cruz dela lembra um timão de navio. A Iglesia Luterana La Santa Cruz. De lá descemos por uma escadinha que parece teclas de um piano 🙂 E fomos andar um ruas pequenas, estreitas/becos para ver mais da arte e grafiti. E a guia explica que tudo começou porque perceberam que nas parede com desenho não se tinha pixação, ai ‘encomendaram’ os desenhos dos artistas e virou marca da cidade.

Passamos pelo Paseo Iuguslavo, tem um museu na rua e estava com exposição gratuita aberta. Não entramos, mas pareceu bem legal. E subimos uma escadaria beeeem grande, mas que no meio ela para e compra alfajores de um senhor bem tradicional de lá e entrega para todos!

Nós compramos mais também. Uma fofura. Continuamos andando, e descendo e paramos quase aonde começamos, e entramos em um prédio antigo, mas muito chique. Lá é o escritório deles, e eles nos recebem com o final da explicação e uma bebida típica, o chicho (com vinho pipeño). O tour durou cerca de 2h.

Nos despedimos e fomos andar mais um pouco, inclusive tentar achar um local que ela indicou para comer a mais tradicional Chorilana da cidade (batata frita com carne, cebola e ovo). O J. Cruz (lê-se ROTA CRUZ).

Achamos! E por lá terminamos o dia 🙂 O local é engraçado e bizarro. Todos que passam deixama sua marca lá. Na toalha assinada, com fotos (até 3×4), objetos, tudo. Tem muita quinquilharia e mistura visual. Mas dá para ver tradição 100% lá.

A chorilana é boa. Pedimos para 3 pessoas, mesmo estando em 4 e deu certo. Não tomamos o terremoto, mas nos disseram que não é tão bom, apesar de bonito (ele é rosa!) rs.

Subimos pelo ascensor na volta, andamos mais um pouco nas ruazinhas que tanto amamos e fomos dormir.

p.s.: se errei a ordem de algo, me desculpem, é a memória ruim rs.

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