Mochilão – Bolívia (La Paz)

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A viagem foi OK. Você está tão cansado que dorme, rs. O ônibus era semi cama e dá para se esticar mais. Paramos por volta das 7h na fronteira. Você tem que descer, andar até a alfândega, pegar uma fila, carimbar sua saída, atravessar a ponte, pegar outra fila para a outra alfândega, carimbar sua entrada. Demora de 1 a 2h tudo isso. As filas são grandes, nem sempre entendemos tudo hahahaha, e o sol castiga um pouco.

Foi tudo sossegado até. Fique atento, indo de ônibus exige muito mais do seu trabalho em fazer tudo acontecer. O ônibus atravessa vazio a fronteira e encontra todos depois.

Chegamos por volta das 10h em La Paz. Lá também se negocia o táxi. Pegamos um e fomos para o Hostel, o Las Brisas. Bacana. Café da manhã bom, quarto bom, banheiro, tudo dentro dos conformes para um hostel.

Fomos almoçar. A altitude estava castigando quase todos na viagem. Eu já estava melhor, mas mesmo assim, andar cansava mais que o normal. Comemos perto do hotel, e continuamos o passeio. Trocamos mais dólares, por bolivianos (e parte dos soles que sobraram também).

Andamos pela Calle de las Brujas. É tenebroso sim. Eu, como cristã, não curti. O clima da cidade pesa. Mas, como cultura diferente é interessante conhecer. As lhamas empalhadas são abortos naturais de lhama, e eles empalham e vendem para quem, acredita e enterra ela em casa e pede por prosperidade e proteção. Vendem ‘kits macumba’ também, para oferendas à mãe terra.

Visitamos a Igreja de São Francisco, fica em um local bem movimentado, e um teatro a céu aberto. No dia teve apresentação da banda mais famosa da cidade, Los Kjarkas. Foi à noite e não vimos, mas era a notícia da cidade rs.

Visitamos a Calle Jaen, famosa por ter a Casa de Murillo nela, e a Casa da Cruz Verde. Dizem que a rua é mal assombrada. Finalizamos na Plaza de Armas, com a prefeitura, catedral perto dela. E MUITAS pombas. Tá um nojinho de leve rs.

Voltamos, passamos de novo na Calle de las Brujas para fotos e mais comprinhas de Lhamas, e fomos fechar nosso tour em uma agência em frente nosso hotel, a Maya Tour. Fechamos Chacaltaya e Valle da la Luna. Recomendamos, muito organizada e receptiva a agência, além de bons preços.

Nesse mesmo dia também lavamos algumas roupas. Afinal na mochila não se leva muitas.

Fomos  no mercado comprar snack para o dia seguinte, que não teria almoço. Compramos pão, frios e doce de leite. Jantamos qualquer coisa, a fome some um pouco com a altitude, até se acostumar.

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