Londres (2)

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Fomos conhecer a Hillsong Church. Igreja domingo de manhã. Perfeito!

Era uma das minhas vontades. Eu sou MUITO fã da banda, da igreja, do ministério, louvores, conduta, tudo…e tinha que ir até a igreja em Londres. Foi demais! Experiência única, voltaria sempre, com certeza.

Tomamos café perto da igreja, antes do culto. O Rafa me apresentou um tradicional british breakfast. Se for para Londres tem que entrar na cultura. Eu curti até, mas não sei se viraria rotina. Tinha um feijão adocicado, cogumelo, bacon, ovo, batata, tomate e linguiça. Comível. Foi no Garfunkel’s do lado da Hillsong.

Saindo de lá, ainda satisfeitos com o brunch hahahaha fomos direto para o British Museum, um dos preferidos do Rafa, pelo teto interno dele.

Lá encontramos muita história britânica, claro rs, moedas, livros, jóias. Tinham pessoas para nos ensinar, explicar e até deixar a gente tocar em alguns objetos. Um museu bem interativo. Tem história antiga, múmias, sarcófagos, e encontrei um pedaço de uma das sete maravilhas da antiguidade, o cavalo do mausoleu de harlikarnassos – cara, impressionante. de verdade. Pedra de Roseta, Pantheon,…. Nunca tinha tido tanto contato com a cultura assim.

A maioria, para não dizer todos, os museus de Londres são gratuitos – eles pedem doações expontâneas, mas não cobram nada. Economia gigantesca na viagem.

Saindo de lá fomos no National Gallery que fica em frente a Trafalgar Square que também era um ponto para conhecermos.

Antes comemos em um Pub, quis ver essa rotina londrina também. Sossegada. Sem música alta, sem balada, sem pegação, apenas cerveja e petiscos. Fomos no The Three Greyhounds.

A National Gallery tem um acervo imeeeenso de grandes pintores, vi mais Monet <33, Van Gogh, Picasso, Botticelli, Camille…e até um rascunho enorme e lindo de Da Vinci. Obras de pintores sem nome, mas muito antigas, que retratavam pessoas de muito antigamente, 890, 1200, e até A.C.

Iamos na Plataforma 9 3/4, mas como já tinhamos ido trocamos o roteiro da viagem e fomos na Abbey Road, que já era para ter ido. Esse é um vantagem de estar ‘sozinha’ na viagem, sem agência. Com responsabilidade você pode ajustar conforme os contratempos ou oportunidades da viagem.

Chegando na Abbey Road, um bairro bem chique até, chegamos no estúdio Abbey, se percebe pelos muros, pixados e com recados para os Beatles, Pink Floyd, Yoko..fãs amando e revoltados rs.

Quis fazer aquela foto. Aquela hahaha. Mas, foi bem difícil. Eu me aproximava da faixa para esperar os carros passarem e eles paravam para eu atravessar. Mas eu não queria ai eu ia e voltava. Rápido, o que eu não conseguia tirar as fotos. Demorou até diminuir o movimento hahahaha. Mas consegui! YAY!

De lá tínhamos um jantar reservado e programado (indicação de um amigo nosso) na linha do Meridiano de Greenwich, siiim estávamos no meio do mundo! O restaurante era o Cutty Stark Tavern e de lá você via a linha verde que é o sinal da divisão do mundo.

É afastado do centro, tem que pegar um trem mais distante e fazer umas baldiações (nós baixamos um aplicativo que você colocava a linha que estava e qual queria ir e ele dava o caminho), demora uns 30 minutos. Chegando ao local, já à noite, estava muito escuro e muito vazio, quieto tudo.

Londrinos dormem cedo. Costume inglês (e americano, claro). Era 20h30 e nós, latinos, íamos começar a jantar, certo? Lá não. E isso fez o bairro ficar muuuuito sombrio. Sem muita luz, sem pessoas, sem comércio, sem nada aberto e nós berando o Rio Tâmisa com aquele barulhinho sombrio das ondas…cara, que medo!

Passamos dentro de uma faculdade federal, o pátio dela era aberto, pelo caminho. Foram os minutos mais tenebrosos da minha vida!! Achei que não sobreviveria aquela noite. Hahahahaha. Contras de viajar sozinho.

Mas sobrevivemos e comemos, juro, o MELHOR FISH AND CHIPS da vida. Valeu cada minuto, cada caminhada. Conversamos, como sempre, com a garçonete, perguntamos da vida, costumes, do local,…ela era francesa e estava trabalhando de intercâmbio lá. Alias tem muito imigrante lá: francês, italiano, espanhol, português, indiano a roooodo rs.

A luz do meridiano estava desligada 🙁 mas a gente sabia aonde estava e tinha sido uma mega aventura, valeu muito.

Voltamos pela avenida, mais iluminada…e partiu cama 🙂

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