Filhotinho – Dog

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Muitos casais logo após passar a correria da festa, lua de mel e primeiros meses/anos de casados, decidem (uns com, a maioria sem filhos) adotar um cachorrinho (ou gatinho, ou animalzinho rs…).

Isso aconteceu comigo 🙂 sempre gostei de animais, tive cachorro quando morava com meus pais, eles adotam alguns e criam na chácara deles, então isso é um movimento natural na minha vida – rotina com cães.

Mesmo assim, não adotei de cara pelo custo (ração, vacinas, castração,….), estava me acostumando a nova rotina e curtindo o casamento, e um medo mesmo de criar (de não dar atenção, de não saber ensinar e deixar amigável, etc).

Com quase 3 anos de casada, já tinha visto muitos cachorrinhos pedindo para serem adotados, até que um em especial e eu já decidida a tentar me adaptar chamou nossa atenção e demos esse passo.

  1. Vale eu pontuar que sou contra a compra de animais. jamais compraria, mesmo de ‘canis responsáveis’ , uma fêmea sem validade de reprodução é facilmente descartada ou dada para doação por já ter reproduzido muito. Fora que a compra incentiva mais ainda os canis clandestinos e ai a fêmea além de tudo é descartada, machucada e judiada. Já vi resgate de uma com mandíbula quebrada e as vistas com catarata.
  2. Não escolho raça também para ser por amor (se você escolhe não quer dizer que não é, mas a grande maioria escolhe porque é bonitinho e para tirar foto, depois que enjoa, não quer mais passear, fazer carinho, brincar…), serão no mínimo 10 anos convivendo com esse animalzinho, que seja uma vida alegre que ele tenha, e com isso depende de você, que decidiu cuidar dele

Mesmo com todo esse background rolou MUITO medo. É uma vidinha. Foi uma filhote abandona que adotei, ela deveria ter uns 3 meses acho. Chutamos que é mistura de cocker com poodle.

  • Se quiser adotar e não quiser/achar algum na rua, tem muitas ONGs que fazem feiras, os animais já vem castrados e vacinados, e tem variedade de tamanho, raça e idade 🙂

Corri para pedir ajuda para meus pais e minha irmã mais nova que conhecem bem de rotina de animais, e ainda bem que me ajudaram – nas dicas com o petisco, com o sim e não, com a fralda do xixi, na caminha, roupinha, vacinas,….e um novo universo que quando o cachorro é SEU, você descobre rs.

No começo foi desesperador (ensinando xixi, e para não fazer brincadeira de morder), a gente tende muito a pensar como humano. Mas, a grande sacada e entender que eles apenas captam estímulos, e principalmente positivo.

Vou fazer alguns posts comentando como consegui até agora, educar a minha filhotinha 🙂 Ofélia!

Ela está com uns 5 meses agora, faz pouco tempo, mas é um amor que nasce e cresce, que mesmo tendo cachorros, jamais imaginaria que teria com um animal!