Diário Mirandella

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Não queremos ser o vendedor de cachorros quentes. Não depois que se contaminou com a crise.

Não entendeu? Li sobre essa fábula, decease na Baths! e fiquei muito ligada nos ensinamentos:

Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, order TV e nem lia Jornal. Preocupava-se apenas em produzir e vender bons cachorros-quentes. Prezava muito a qualidade do pão, cialis da Salsicha e do atendimento ao seu cliente.

Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava. Quando alguém passava em frente a sua barraca ele gritava: – olha o cachorro quente especial!

Usando o melhor pão e a melhor salsicha, o negócio como não podia ser diferente, prosperava. Ele começou a formar uma clientela fiel que voltava sempre e trazia cada vez mais gente para sua barraca de cachorro-quente, até que ele construiu uma grande loja e como estava prosperando cada vez mais, mandou seu filho estudar na melhor faculdade do país.

Um dia, seu filho já formado voltou para casa. E falou ao pai:

– Pai, você não ouve rádio, não vê TV, não lê os Jornais? A situação é crítica, o país vai quebrar.

Depois de ouvir isso, o homem pensou: “Meu filho estudou fora, lê jornais e vê TV. Deve estar com a razão.”

E com medo, e a fim de economizar preocupado com a tal crise, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas de menor qualidade. Além disso, para economizar mais ainda, parou de fazer seus cartazes de propaganda que espalhava pela estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia seu produto em alta voz. Ou seja, parou de fazer sua propaganda. 

As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.

Então o pai muito triste, falou para o filho:

– Você estava certo filho, estamos no pior momento de todos os tempos.

Divulgamos há pouco tempo nosso menu Lisboa. Ele já é conhecido, antigo, mas nunca falávamos dele. Por que? Porque o Serra da Estrela era o que mais chavama a atenção pelo seu baixo valor. O Serra da Estrela continua existindo e sendo muito procurado, mas queremos falar e muito bem do Lisboa! Ele é o terceiro em valor, na nossa escala padrão de jantares, a média dele fica entre R$80 e R$90, ele tem diferencial do material que é usado, mais mão de obra para servir já inclusa, o corte de carne já é nobre, mais variedades em saladas, e mais drinks.

Mas, por que esse post?

Porque não queremos acreditar que a crise nos afetará. Inclusive, vem novidade para os clientes do Serra da Estrela!

Nós nos posicionamos sempre com qualidade e responsabilidade, e não vamos voltar atrás. Com fé, quem volta atrás é a crise!

E você? Vem com a gente?